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Homem das cavernas pescava atum 42 mil anos atrás

25/11/2011 – 11h35
Homem das cavernas pescava atum 42 mil anos atrás

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Um anzol encontrado em Timor Oriental com pelo menos 42 mil anos mostra que os homens da caverna eram habilidosos na pesca de grandes espécies como o atum, que vive em águas profundas.

O artefato, encontrado por arqueólogos australianos na caverna de Jerimalai, é um dos mais antigos do mundo e estava junto a restos de 38 mil ossos que pertenceram a 2.843 peixes capturados.

A equipe da Universidade Nacional da Austrália emitiu um comunicado nesta sexta-feira sobre a descoberta. O anzol é feito com uma concha.

Além de seu valor histórico, o anzol sugere que os homens pré-históricos possuíam habilidades marítimas avançadas, comentou a líder dos pesquisadores, a arqueóloga Sue O’Connor. A ponto de eles serem capazes de fazer travessias oceânicas até a Austrália.

Tendo como base os materiais encontrados, O’Connor estima que os homens daquela época eram hábeis na confecção de ferramentas e exímios pescadores. Mas restam dúvidas sobre como era feita a captura do que viria a ser sua refeição do dia. Uma das hipóteses aventada são as redes, que seriam utilizadas para esse fim.

“Não está claro que método era usado para pescar os peixes, inclusive os de águas rasas. Mas o atum pode ser capturado com redes e anzóis. De qualquer maneira, parece certo que utilizavam uma técnica bastante sofisticada”, acrescentou ela.

Apesar das descobertas, a pesquisa ainda tem um longo caminho a percorrer. A arqueóloga espera que os objetos dispostos na caverna de Jerimalai expliquem como os pescadores conseguiram chegar pelo mar até a Austrália há pelo menos 50 mil anos.

“Sabemos que usavam barcas porque a Austrália é separada do Sudeste Asiático pelo oceano. Quando olhamos as embarcações que os aborígenes usavam, ao entrarem em contato com os europeus, vemos que eram muito simples como canoas e balsas”, declarou a especialista.

As descobertas da equipe estão publicadas no último número da revista “Science”.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1011920-homem-das-cavernas-pescava-atum-42-mil-anos-atras.shtml

nov
04

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial

Atualizado em 3 de novembro, 2011 – 15:10 (Brasília) 17:10 GMT

Arqueólogos estão pesquisando mais de seis quilômetros de túneis no norte da França, local de uma das batalhas mais famosas da Primeira Guerra Mundial, a Batalha de Somme.
Os túneis estão sendo reabertos por uma equipe de arqueólogos franceses e britânicos. Alguns deles chegam a ficar a mais de 30 metros de profundidade.
Seguindo velhos mapas para se orientar no labirinto de túneis, os arqueólogos percorrem caminhos que ficaram fechados durante mais de 90 anos.
O vilarejo de La Boisselle, onde os túneis foram encontrados, fica no caminho dos ataques do Exército Britânico na Batalha de Somme. Muito antes dos soldados ocuparem as trincheiras, equipes especializadas em túneis abriram estes caminhos, para colocar explosivos que abririam brechas nas defesas alemãs.

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial (BBC)
Os mapas da época ajudaram os pesquisadores a traçar o desenho dos túneis e trincheiras. E uma tecnologia simples os levou até a entrada dos túneis: os que estão dentro dos túneis batem nas pedras para que os que estão na superfície possam ouvir.

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial (BBC)

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial (BBC)


“A batida de dentro dos túneis pode ser ouvida com muita clareza, um método que os soldados que fizeram os túneis também usaram para tentar achar os inimigos”, conta Peter Barton, um dos arqueólogos que trabalha no projeto.
Já foram encontradas entradas maiores de túneis com datas mais exatas, como março de 1916, por exemplo.
Nas entradas maiores é possível encontrar os túneis de batalha, onde os soldados inimigos entravam em confronto direto no escuro.
Alguns poços que levam aos túneis já estão abertos, mas não tem segurança o bastante.
Na superfície, os visitantes tentam ver mais detalhes das entradas dos túneis e também olham para os nomes dos soldados mortos na batalha, britânicos, franceses e alemães, que ainda estão nas galerias que não foram escavadas.
Estes estão fora do alcance dos arqueólogos, mas agora eles terão mais informações para as famílias destes soldados.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2011/11/111103_tunel_primeira_guerra_fn.shtml

nov
01

FIlme Interativo: A Gruta

O filme interativo lançado pela Caza Filmes e Filme-jogo foi destaque
como uma das primeiras e mais envolventes experiência de cinema
interativo no Brasil.
A Gruta foi um sucesso em suas primeiras
exibições trazendo a interatividade para as salas dos principais
festivais de cinema do Brasil.
Depois o filme foi lançado com seus
recursos interativos para ser assistido via internet através do
youtube (www.youtube.com/filmejogo).

FILME INTERATIVO: A GRUTA

out
14

Caverna sul-africana traz achados pré-históricos

Se em muitos outros sítios arqueológicos foi possível achar claros indícios da evolução anatômica do homem moderno, cujo nome científico é Homo sapiens, é bem mais raro ter pistas preservadas do seu “comportamento”, lembra Christopher Henshilwood, coordenador dos trabalhos na caverna sul-africana de Blombos.

A gruta é uma espécie de feudo do pesquisador. Faz quase uma década que o cientista tem trazido revelações de lá. Em 2002, a equipe de Henshilwood descreveu ter achado ali duas “obras de arte” pré-históricas: pedacinhos de argila ocre entalhados com riscos variados.

Arqueólogos acham mais antigo ateliê do mundo na África do Sul

Vista do mar a partir do interior da caverna de Blombos

Vista do mar a partir do interior da caverna de Blombos

Arqueólogos acham mais antigo ateliê do mundo na África do Sul

Magnus Haaland/Associated Press

Vista do mar a partir do interior da caverna de Blombos
PARA O PESCOÇO

Pouco depois, os pesquisadores encontraram aquelas que, até então, eram as “joias” mais antigas do mundo: pequeninos colares de conchas datados de 75 mil anos atrás, clara indicação de que os ancestrais humanos já pensavam e se comportavam como pessoas. As joias foram descritas em artigo em 2004, também na “Science”.

Dois anos depois, artefatos semelhantes foram revelados, com 100 mil anos de idade, desta vez achados em Israel e na Argélia.

Somados, esses achados são excelentes pistas da evolução da mente humana, da sua capacidade de pensar e planejar a longo prazo. O curioso é que mesmo os mais antigos exemplos inequívocos de pensamento simbólico ou artístico aparecem bem depois da origem física da nossa espécie.

Do ponto de vista da anatomia, o Homo sapiens já estava “pronto” há uns 200 mil anos, mas o comportamento moderno demorou dezenas de milhares de anos para finalmente aparecer. O motivo disso é desconhecido e ainda deve gerar muito debate. No caso de Blombos, os achados mostram um rudimentar conhecimento de “química”: as conchas marinhas achadas na caverna sul-africana continham uma mescla de pigmentos ocres com osso e carvão triturados, misturados com água ou urina, criando uma “tinta” arcaica que podia ser aplicada com uma espátula de osso (também achada no local).

As duas conchas estarão em exibição a partir de hoje no Museu Iziko, localizado na Cidade do Cabo.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/990590-caverna-sul-africana-traz-achados-pre-historicos.shtml

out
10

Morcegos se orientam usando rápidos músculos vocais

10/10/2011 – 11h03
Morcegos se orientam usando rápidos músculos vocais

Os cientistas chamam de “zunido final” o último som ouvido por um inseto antes dele virar comida de morcego. Esse som de ecolocalização –sistema de sonar que pode ser usado para rastreamento de uma presa– tem um ritmo acelerado de até 190 “zunidos” por segundo e também serve para navegação.

Nunca se soube exatamente como esse som é produzido de forma tão rápida, mas agora os cientistas relatam que os morcegos conseguem emiti-los graças a músculos vocais que funcionam a alta velocidade. Eles seriam os primeiros mamíferos conhecidos a possuir esse tipo de músculo.

Apesar de muito frágeis, tais músculos se contraem cem vezes mais rápido do que os humanos. Além disso, a velocidade supera ao músculo mais rápido dos humanos, que fica nos olhos.

VELOZES

Os músculos mais rápidos descobertos até hoje pertencem a pássaros cantantes, a cobras cascavel e a certos tipos de peixes –todos utilizam na produção de sons.

Pesquisadores da Universidade do Sul da Dinamarca e da Universidade da Pensilvânia queriam verificar se esses músculos também estavam presentes nos mamíferos, o que os levou a observar morcegos da espécie Myotis daubentoni, encontrada em toda a Europa e a Ásia.

“Pensei que, se os encontrássemos em mamíferos, eles seriam os morcegos”, afirmou o autor do estudo, Coen Elemans, professor adjunto da Universidade do Sul da Dinamarca. “Quando o animal caça presas que se movem rapidamente e tentam escapar, é muito importante produzir esses sons a um ritmo bem acelerado’.’

No estudo, publicado na revista “Science”, Elemans e seus colegas registraram os sons dos morcegos e determinaram o momento em que o eco chega aos ouvidos deles.

Os cientistas descobriram que os cérebros dos morcegos processam os sons ainda mais rápido do que seus músculos podem gerá-los.

Em alguns casos, são processados 800 sons por segundo, antes que as emissões comecem a se sobrepor aos ecos, causando confusão.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/988236-morcegos-se-orientam-usando-rapidos-musculos-vocais.shtml

set
30

Pinturas pré-históricas em caverna são de crianças de 3 a 7 anos

Pinturas pré-históricas em caverna são de crianças de ’3 a 7 anos’

Atualizado em 30 de setembro, 2011 – 10:56 (Brasília) 13:56 GMT

Sulcos foram feitos por dedos de crianças de três a sete anos
Pinturas pré-históricas encontradas em uma caverna na França foram feitas por crianças pequenas, com idades entre três e sete anos, apontam pesquisas recentes.

Sulcos foram feitos por dedos de crianças de três a sete anos

Sulcos foram feitos por dedos de crianças de três a sete anos


São sulcos feitos com os dedos, que resultam em desenhos de mamutes e outros animais. Eles foram descobertos na chamada Caverna dos Cem Mamutes, em Rouffignac, e datam de cerca de 13 mil anos atrás.
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Os sulcos parecem ter sido feitos por dedos pequenos, de crianças, que passavam as mãos na superfície macia das paredes da caverna.
Pesquisadores da Universidade de Cambridge agora afirmam terem conseguido identificar a idade e o sexo dos jovens artistas das cavernas.
“Os sulcos feitos por crianças aparecem em todas as partes da caverna”, diz a arqueóloga Jess Cooney, da Universidade de Cambridge, que comandou as pesquisas ao lado de Leslie Van Gelder, da Universidade Walden (EUA).
“Encontramos marcas de crianças de três a sete anos – e conseguimos identificar (os desenhos de) quatro crianças específicas ao comparar suas marcas.”
Segundo ela, a criança mais prolífica no desenho de gravuras tinha ao redor de cinco anos. “E temos quase certeza de que essa criança era uma menina.”
‘Lugar especial’

Desenhos podem ser parte de ritual de iniciação ou apenas uma simples brincadeira infantil

Desenhos podem ser parte de ritual de iniciação ou apenas uma simples brincadeira infantil


Desenhos podem ser parte de ritual de iniciação ou apenas uma simples brincadeira infantil
A cada ano, milhares de pessoas visitam a caverna, na região de Dordogne (oeste da França), para admirar os desenhos de mamutes, cavalos e rinocerontes, nas paredes dos 8 km de caverna que foram descobertas no século 16.
Mas só em 1956 é que os especialistas perceberam que alguns dos desenhos eram pré-históricos. Depois, em 2006, notaram que as pinturas haviam sido feitas por crianças, com seus dedos.
Diferentemente de rabiscos também encontrados na caverna, as pinturas não continham pigmentos de tinta.
“Uma caverna é tão rica em sulcos feitos com (dedos de) crianças que parece ter sido um lugar especial para elas. Mas é impossível saber se (a prática) era para brincar ou parte de um ritual”, diz Cooney.
Pinturas feitas com sulcos de dedos também já foram encontradas em cavernas na Espanha, na Nova Guiné e na Austrália.
“Não sabemos porque as pessoas as faziam”, agrega Cooney, admitindo que os desenhos podem ser parte de “rituais de iniciação” ou “simplesmente algo pra ocupar o tempo durante um dia chuvoso”.

set
14

Caverna com cristais gigantes intriga cientistas

Tesouro subterrâneo | 14/09/2011 10:38

+ redes
Caverna com cristais gigantes intriga cientistas
Inóspita para os humanos, a Caverna dos Cristais, no México, tem formações cristalinas com até 11 metros de comprimento

Paula Rothman, de
Reprodução / Naica

Com temperaturas média de 50º C e umidade do ar em torno de 90%, a Caverna dos Cristais é inóspita para os humanos
São Paulo — Parece um cenário de filme de Super-Homem, mas trata-se de uma das mais espetaculares formações geológicas já encontradas. A Caverna dos Cristais foi descoberta no ano 2000, a cerca de 300 metros de profundidade, em Naica, no México.

Com temperaturas média de 50º C e umidade do ar em torno de 90%, a Caverna dos Cristais é inóspita para os humanos

Com temperaturas de 50ºC e umidade do ar que chega a 90%, ela é um ambiente inóspito a humanos, mas perfeito para as formações em seu interior, que possuem até 11 metros de altura e um metro de diâmetro. Agora, graças a uma nova técnica de análise, cientistas conseguiram calcular a taxa de crescimento e determinar a idade desses cristais.

Segundo um trabalho publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences, eles teriam levado quase um milhão de anos para se formar. Os pesquisadores da Universidade de Granado utilizaram uma técnica com um feixe de luz branca para determinar as propriedades do cristal.

Os dados mostraram que o mineral conhecido como selenita se cristalizou a temperaturas entre 54ºC e 58ºC, quando toda a caverna estava submersa. Simulando essas condições, descobriram que, a 55ºC sob a água, levaria 990 mil anos para que o cristal chegasse a um metro de diâmetro. Já a 56ºC, ele teria se formado em muito menos tempo: 500 mil anos.

Essa taxa de crescimento de cristais de um bilionésimo de metro por dia é a mais lenta já observada. Agora que sabem que a formação tem cerca de 1 milhão de anos, os espeleólogos começam a buscar bolsões líquidos dentro dos cristais e esperam, quem sabe, encontrar microrganismos vivendo na caverna.

fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/ciencia/noticias/caverna-com-cristais-gigantes-intriga-cientistas

set
05

Vítimas de derrame são tratadas com saliva de morcego na Grã-Bretanha

Vítimas de derrame são tratadas com saliva de morcego na Grã-Bretanha

Atualizado em 5 de setembro, 2011 – 06:03 (Brasília) 09:03 GMT


Saliva de morcego pode afinar sangue e ser usada em nova droga

Pesquisadores britânicos estão realizando testes com saliva de morcegos-vampiros para tratar vítimas de derrames.
Entre os pioneiros no tratamento estão especialistas do Hospital da Universidade de North Staffordshire que estão desenvolvendo um poderoso novo medicamento que utiliza uma proteína na saliva dos animais para dissolver coágulos no cérebro.
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Os cientistas buscaram a saliva dos morcegos devido à capacidade que ela tem de tornar o sangue das vítimas dos animais fino o suficiente para que eles possam sorvê-lo.
O medicamento já foi testado em duas pessoas e já está sendo considerado pelos pesquisadores como o maior avanço no tratamento de derrames nos últimos 20 anos.
Atualmente, vítimas de derrames precisam receber injeções de drogas capazes de dissolver coágulos em no máximo quatro horas após os ataques terem ocorrido, para que o medicamento ainda surta efeito.
Mas a nova droga derivada da saliva do morcego, chamada desmoteplase, pode ser dada aos pacientes até nove horas após os derrames terem sido registrados.
De acordo com Christine Roff, pesquisadora da Universidade de North Staffordshire, o medicamento ainda está em fase de testes, mas se estes forem bem sucedidos, a droga poderá ser usada regularmente dentro de três anos.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110905_vampiros_derrame_bg.shtml

jul
12

Lançamento do Desnível Eletrônico 13 e 14

Caros amigos espeleólogos,upea7n1314 th
É com grande satisfação que anunciamos mais um número da Revista Eletrônica Desnível, veículo oficial de comunicação da União Paulista de Espeleologia.

Clique aqui para ir direto à página do Desnível
Neste número vocês poderão conferir:

1. Palavra do Presidente: Parceria de apenas uma via
2. Memória : Viagem ao Centro da Terra
3. Abismo do Gurutuva
4. Maillon Rapid: Notícias curtas sobre a espeleologia
5. Espeleologia & Medicina: Doenças tropicais 1
6. Novas descobertas em Mambaí – GO
7. EspeleoLOG
8. Imagem em Destaque: Cachoeiras do Gurutuva

**Para baixar o informativo entre na página da UPE, confira nosso novo site, o link para o Desnível encontra-se na Home**

www.upecave.com.br

Atenciosamente,

Comissão Editorial do Desnível Eletrônico

jul
07

ORDA – a maior caverna em gesso do mundo

Orda Cave is the most extended underwater cave in Russia, the second in Eurasia, with regards to length, and the world’s greatest gypsum cave. It has the status of All-Russia natural monument. Vitya Lyagushkin, famous underwater photographer, journalist and dive-instructor, and Bogdana Vashchenko went diving in the Orda cave to take these amazing images.

Entrada

Cabo guia
Cabo guia

Blocos como em todo lugar
Blocos abatidos

Galeria
Galeria

Na Russia é frio meu chapa
Na Russia é frio...

Tem mais fotos em http://ordacave.ru/en/gallery/

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