mai
16

Forma mais antiga de arte mural é descoberta na França

DA FRANCE PRESSE

Associated Press

pintura mais antiga

Até agora, pinturas na caverna de Chauvet (nesta foto), na França, eram as mais antigas

Um bloco maciço de pedra calcária contém a primeira forma de arte mural conhecida, feita há 37 mil anos, acreditam cientistas norte-americanos que acabam de revelar a informação.

A pedra de 1,5 tonelada foi descoberta pela primeira vez em 2007, em Abri Castanet, conhecido sítio arqueológico do sudoeste da França.

Nesse lugar, estão algumas das primeiras formas de arte registradas por pesquisadores até hoje.

Até agora, pinturas na caverna de Chauvet (nesta foto), na França, eram as mais antigas
Um bloco maciço de pedra calcária contém a primeira forma de arte mural conhecida, feita há 37 mil anos, acreditam cientistas norte-americanos que acabam de revelar a informação.

A obra de arte encontrada adornava provavelmente o interior de um refúgio para caçadores de renas. A suposição é feita pelo professor de antropologia da New York University, Randall White, principal autor do artigo publicado nos Anais da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

“Decoraram o local onde viviam, onde faziam suas atividades diárias”, disse White à AFP.

As imagens vão desde pinturas de cavalos a desenhos de partes do corpo humano.

O trabalho é menos sofisticado que as pinturas de animais encontradas na gruta de Chauvet (foto), também França, de difícil acesso e com idade estimada entre 30 mil e 36 mil anos.

Apesar das diferenças, os arqueólogos acreditam que os artistas de Chauvet e Castenet são da mesma cultura, a dos primeiros humanos modernos na Europa, que se desenvolveu há 40 mil anos.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/1090873-forma-mais-antiga-de-arte-mural-e-descoberta-na-franca.shtml

abr
03

Mais antiga fogueira feita pelo homem tem 1 milhão de anos

03/04/2012 – 09h07
Mais antiga fogueira feita pelo homem tem 1 milhão de anos
RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

Atualizado às 09h21.

O mais antigo uso do fogo pela humanidade bateu um novo recorde: 1 milhão de anos atrás. A prova disso foram restos de ossos e plantas queimados achados em uma caverna na África do Sul.

Provar o uso de fogo em data tão antiga é delicado. O fogo poderia ter tido origem natural ou poderia ter sido deixado no local pelo vento ou pela água em data posterior.

Para tentar evitar esses possíveis erros, os autores do estudo usaram técnicas de microestratigrafia. Na geologia, a estratigrafia trata do estudo das camadas de rochas depositadas ao longo dos anos. Na sua versão “micro”, as formas (micromorfologia) e a composição química (“microespectroscopia”) do material são analisadas em grande detalhe.

Achado mostra uso do fogo por hominídeos há 1 milhão de anos

Fogo das Cavernas

Arte/Folhapress

Isso permitiu à equipe do arqueólogo Francesco Berna, da Universidade de Boston, EUA, analisar sedimentos de 1 milhão de anos atrás na caverna Wonderwerk, na África do Sul, e achar indícios de que antigos ancestrais faziam fogueiras. Restos de plantas incineradas e de ossos no mesmo lugar deixam claro que era uma fogueira para preparo de comida.

Em vez de lenha ou carvão, esses primordiais cozinheiros pré-históricos usavam folhas, grama e arbustos como combustível.

A análise dos ossos e sedimentos mostrou que eles foram queimados a uma temperatura de no máximo 700 graus Celsius, consistente com esse tipo de fogueira. E os indícios mostram que o uso do fogo era recorrente, sinal de que era “controlado” pelos homens pré-históricos.

O ancestral humano que botou fogo no pedaço era o Homo erectus, uma espécie mais primitiva do que o homem de hoje, Homo sapiens.

Como os cientistas sabem a identidade do antigo cozinheiro? “Ferramentas pré-históricas e o momento no tempo”, disse Berna à Folha.

Contudo, “nenhum fóssil humano foi achado até agora em Wonderwerk.”

E o que havia no cardápio? “O estudo é preliminar. A fauna inclui roedores, equinos e bovinos”, diz.

FOGO E EVOLUÇÃO
“A habilidade de controlar o fogo foi crucial na evolução humana”, escrevem os autores na revista científica “PNAS”. “Essa é a mais antiga evidência segura de fogo em contexto arqueológico.”

O motivo de essa habilidade ter sido importante foi teorizado pelo pesquisador Richard Wrangham, da Universidade Harvard, autor de um best-seller em que defende que cozer os alimentos foi um passo fundamental na evolução, pois a energia extra permitiu o aumento do cérebro: “Catching Fire: How Cooking Made Us Human” (“Pegando Fogo: Como Cozinhar nos Tornou Humanos”).

Até agora não havia evidências fortes das habilidades gastronômicas do Homo erectus no registro fóssil.

Wrangham e colegas fizeram outro estudo no ano passado, analisando dentes molares e massa corporal de espécies humanas extintas, de primatas modernos (como chimpanzés) e do homem moderno para demonstrar como surgiu o “processamento” dos alimentos via cocção.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1070992-mais-antiga-fogueira-feita-pelo-homem-tem-1-milhao-de-anos.shtml

mar
15

Cave Fossil Find: New Human Species or “Nothing Extraordinary”?

Illustration courtesy Peter Schouten

Artist's conception of a so-called Red Deer Cave human.


James Owen
for National Geographic News
Published March 14, 2012

A previously unknown type of human—jut-jawed, heavy-browed, deer-eating cave dwellers—may have been identified via Stone Age bones from southern China, according to a controversial new study.

The “mystery human fossils” might even represent an entirely new species that existed alongside our own as recently as 11,500 years ago, according to a team of Chinese and Australian researchers.

Or the fossils might represent an especially early migration of so-called modern humans out of Africa and into East Asia, the team suggests.

Or—as some critical scientists have said—the evidence may tell us something we already know: People come in all shapes and sizes.

(Related: “New Type of Ancient Human Found—Descendants Live Today?”)

Primitive Humans Held On Past Heyday?

“We have discovered a new population of prehistoric humans whose skulls are an unusual mosaic of primitive features, like those seen in our ancestors hundreds of thousands of years ago,” evolutionary biologist Darren Curnoe of the University of New South Wales, said via email.

“In short, they’re anatomically unique among all members of the human evolutionary tree,” added Curnoe, a co-author of the new study of the “Red Deer Cave people,” published online today in the journal PLoS ONE.

The study was principally based on the remains of at least three individuals from Maludong (or Red Deer Cave) in Yunnan Province (map)—fossils that had been excavated in 1989 but hadn’t been studied until now.

Among the human remains was an abundance of bones from an extinct species of giant deer—suggesting the cave people were hunters with a taste for venison.

Stone and antler tools were also found, some of which were likely used to prepare the deer for dinner, researchers say.

The team also analyzed a partial skeleton found in 1979 in neighboring Guangxi Province. That human specimen had been encased in stone until the study team removed and reconstructed it.

(Read “Malapa Fossils: Part Ape, Part Human” in National Geographic magazine.)

The Red Deer Cave Look

The Red Deer Cave dwellers’ unusual features included a flat face, a broad nose, a jutting jaw that lacked a chin, large molar teeth, a rounded braincase with prominent brow ridges, and thick skull bones, the researchers say.

Their brains were “moderate in size,” Curnoe added.

Despite this seemingly primitive human design, radiocarbon dating of charcoal from the fossil deposits suggests the Red Deer Cave people lived just 14,500 to 11,500 years ago, the team says—a time by which all other human species, such as Neanderthals, are thought to have died out.

That date would make the Red Deer humans even more recent than the famous Homo floresiensis from the Indonesian island of Flores—itself a disputed potential human species. Discovered in 2003, the Flores “hobbits” are dated to no later than 13,000 years ago.

(Read “The People Time Forgot: Flores Find” from National Geographic magazine.)

Potential New Human Species?

The study team is so far reluctant to call their find a new human species.

“One of the major ongoing questions for scientists studying human evolution is the lack of a satisfactory biological definition of our own species, Homo sapiens,” Curnoe said.

“This is one of the main reasons why we have been cautious about classifying the Red Deer Cave people at this time,” he said.

Even so, Curnoe thinks “the evidence is slightly weighted towards the Red Deer Cave people representing a new evolutionary line.

“Their skulls are anatomically unique. They look very different to all modern humans, whether alive today or in Africa 150,000 years ago,” the anthropologist said.

“Second, the very fact they persisted until almost 11,000 years ago—when we know that very modern-looking people lived at the same time immediately to the east and south—suggests they must have been isolated from them,” Curnoe added.

“We might infer from this isolation that they either didn’t interbreed or did so in a limited way,” which would have staved off their “absorption” into the mainstream human lineage.

Alternatively, if these people were members of the wider Stone Age population in East Asia, they may represent an early and unknown dispersal of modern humans from Africa, the study team argues.

(See “Oldest Modern Human Outside of Africa Found.”)

“The Red Deer Cave people might then sample an early migration to East Asia: people who interacted in a limited way, perhaps didn’t contribute at all, to the founding populations of living East Asians,” Curnoe said. (Also see “New Type of Human Discovered via Single Pinky Finger.”)

“Nothing Extraordinary” About Mystery Humans

The team’s suggestion that the Red Deer Cave people are somehow evolutionarily unique is receiving a skeptical reception from other scientists.

Physical anthropologist Erik Trinkaus described the findings as “an unfortunate overinterpretation and misinterpretation of robust early modern humans, probably with affinities to modern Melanesians”—indigenous peoples of Pacific islands stretching from New Guinea to Fiji (map).

“There is nothing extraordinary” about the newly announced fossil human, added Trinkaus, of Washington University in St. Louis, via email.

Philipp Gunz, of Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology in Germany, isn’t convinced by the study team’s interpretation either.

“I would be surprised if it really was a new human group that was previously undiscovered,” said, Gunz, also a physical anthropologist.

Responding to the criticism, study co-author Curnoe said, “That’s fine. I would expect a mixture of comments.”

It Takes All Kinds

The odd appearance of the Red Deer Cave people probably “just tells us that modern humans are a very diverse species,” Max Planck’s Gunz suggested.

“Modern humans are exceptionally variable, especially if you compare modern humans to our closest fossil relatives, the Neanderthals,” who seem to have had a comparatively narrow range of appearances, he said.

While unusual, the skull features detailed in the new study “plot very close, or even within, the modern human range of variation,” Gunz added.

“I would say it’s not completely unexpected for a modern human at that age, so my gut feeling is that this is not a new species.”

Gunz does, however, think the Chinese fossils might be evidence of multiple migration waves out of Africa that involved different populations of modern humans.

(Related: “China’s Earliest Modern Human Found.”)

Missing Code

To make a convincing case for their new human, the study team will need genetic evidence, Gunz said.

“It should be fairly easy to extract DNA from these fossils, and then we will know for sure how related they are to us as a modern human species,” he said.

Attempts to obtain DNA from the Red Deer Cave remains haven’t been successful to date, however.

New attempts are under way, “involving three of the world’s major ancient DNA laboratories and cutting-edge techniques,” according to study co-author Curnoe.

“We’ll just have to wait and see.”

mar
15

Restos mortais de pelo menos mil anos são encontrados no México

Restos mortais de pelo menos mil anos são encontrados no México

Atualizado em 12 de março, 2012 – 14:00 (Brasília) 17:00 GMT

Antropólogos do México anunciaram que os restos mortais de 167 corpos encontrados em uma caverna no sul do Estado de Chiapas têm pelo menos mil anos de idade

Antropólogos do México anunciaram que os restos mortais de 167 corpos encontrados em uma caverna no sul do Estado de Chiapas têm pelo menos mil anos de idade.

Especialistas afirmam que local era cemitério pré-colonial onde eram feitos rituais

Especialistas afirmam que local era cemitério pré-colonial onde eram feitos rituais


Fazendeiros encontraram os restos em um rancho a cerca de 20 quilômetros da fronteira com a Guatemala e chamaram as autoridades.
Inicialmente, quando os restos foram encontrados, os especialistas pensavam que se tratavam de restos com pelo menos 50 anos de idade.
Mas os antropólogos perceberam que os crânios tinham sinais de uma deformação típica de comunidades nativas que viviam na região há pelo menos mil anos. O Instituto Nacional de Antropologia do México informou que os restos são do século 8.
Os especialistas agora vão tentar descobrir o sexo, idade e grupo étnico de cada um dos restos encontrados.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2012/03/120312_mexico_restos_valeeste_fn.shtml

fev
15

European Cave Spiders Produce Super-Stretchy Silk

Super-Stretchy Silk

Spider from Europe cave

Scientists have discovered some of the most stretchable spider silk ever, which can elongate up to 7.5 times its initial length. European cave spiders produce the silk to build egg sacs that protect their developing young.

Spider silk is a remarkable material known for its strength and toughness. Most species secrete seven or eight types of silk for different purposes. Dragline silk, for instance, anchors spiders to a surface and is used as the backbone of most webs while other silks are used for web scaffolding or to wrap captured prey.

Female European cave spiders (Meta menardi), which live in dark, humid places ranging from northern Europe to Korea, produce tear-shaped egg sacs that hang from cave ceilings by a short stalk made of tubuliform silk. The fibers are relatively large, with an irregular surface unlike any other type of silk and are coated with a gluey secretion that fastens them together.

In the recent study, researchers collected the egg sacs from different caves in Piedmont, Italy and subjected the stalk silk to a variety of tests. A tensile testing machine pulled on the silk fibers until they broke.

The egg-sac silk of other spider species generally stretches by only 20 to 50 percent before snapping apart. The M. menardi stalks, on the other hand, stretched to two or three times their initial length, with some extraordinary examples drawn out to 7.5 times their initial length. The findings suggest the egg sac stalk is composed of densely and randomly packed fibers that can unroll a great deal in order to stretch.

The work appear Feb. 8 in the journal PLoS ONE.

Images: 1) European Cave Spider with egg sac. Francesco Tomasinelli.

Citation: “Evidence of the most Stretchable Egg Sac Silk Stalk, of the European Spider of the Year Meta menardi.” Emiliano Lepore, Andrea Marchioro, Marco Isaia, Markus J. Buehler, Nicola M. Pugno. PLoS ONE 7(2): e30500. doi:10.1371/journal.pone.0030500

nov
25

Homem das cavernas pescava atum 42 mil anos atrás

25/11/2011 – 11h35
Homem das cavernas pescava atum 42 mil anos atrás

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Um anzol encontrado em Timor Oriental com pelo menos 42 mil anos mostra que os homens da caverna eram habilidosos na pesca de grandes espécies como o atum, que vive em águas profundas.

O artefato, encontrado por arqueólogos australianos na caverna de Jerimalai, é um dos mais antigos do mundo e estava junto a restos de 38 mil ossos que pertenceram a 2.843 peixes capturados.

A equipe da Universidade Nacional da Austrália emitiu um comunicado nesta sexta-feira sobre a descoberta. O anzol é feito com uma concha.

Além de seu valor histórico, o anzol sugere que os homens pré-históricos possuíam habilidades marítimas avançadas, comentou a líder dos pesquisadores, a arqueóloga Sue O’Connor. A ponto de eles serem capazes de fazer travessias oceânicas até a Austrália.

Tendo como base os materiais encontrados, O’Connor estima que os homens daquela época eram hábeis na confecção de ferramentas e exímios pescadores. Mas restam dúvidas sobre como era feita a captura do que viria a ser sua refeição do dia. Uma das hipóteses aventada são as redes, que seriam utilizadas para esse fim.

“Não está claro que método era usado para pescar os peixes, inclusive os de águas rasas. Mas o atum pode ser capturado com redes e anzóis. De qualquer maneira, parece certo que utilizavam uma técnica bastante sofisticada”, acrescentou ela.

Apesar das descobertas, a pesquisa ainda tem um longo caminho a percorrer. A arqueóloga espera que os objetos dispostos na caverna de Jerimalai expliquem como os pescadores conseguiram chegar pelo mar até a Austrália há pelo menos 50 mil anos.

“Sabemos que usavam barcas porque a Austrália é separada do Sudeste Asiático pelo oceano. Quando olhamos as embarcações que os aborígenes usavam, ao entrarem em contato com os europeus, vemos que eram muito simples como canoas e balsas”, declarou a especialista.

As descobertas da equipe estão publicadas no último número da revista “Science”.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1011920-homem-das-cavernas-pescava-atum-42-mil-anos-atras.shtml

nov
04

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial

Atualizado em 3 de novembro, 2011 – 15:10 (Brasília) 17:10 GMT

Arqueólogos estão pesquisando mais de seis quilômetros de túneis no norte da França, local de uma das batalhas mais famosas da Primeira Guerra Mundial, a Batalha de Somme.
Os túneis estão sendo reabertos por uma equipe de arqueólogos franceses e britânicos. Alguns deles chegam a ficar a mais de 30 metros de profundidade.
Seguindo velhos mapas para se orientar no labirinto de túneis, os arqueólogos percorrem caminhos que ficaram fechados durante mais de 90 anos.
O vilarejo de La Boisselle, onde os túneis foram encontrados, fica no caminho dos ataques do Exército Britânico na Batalha de Somme. Muito antes dos soldados ocuparem as trincheiras, equipes especializadas em túneis abriram estes caminhos, para colocar explosivos que abririam brechas nas defesas alemãs.

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial (BBC)
Os mapas da época ajudaram os pesquisadores a traçar o desenho dos túneis e trincheiras. E uma tecnologia simples os levou até a entrada dos túneis: os que estão dentro dos túneis batem nas pedras para que os que estão na superfície possam ouvir.

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial (BBC)

Arqueólogos escavam túneis usados na Primeira Guerra Mundial (BBC)


“A batida de dentro dos túneis pode ser ouvida com muita clareza, um método que os soldados que fizeram os túneis também usaram para tentar achar os inimigos”, conta Peter Barton, um dos arqueólogos que trabalha no projeto.
Já foram encontradas entradas maiores de túneis com datas mais exatas, como março de 1916, por exemplo.
Nas entradas maiores é possível encontrar os túneis de batalha, onde os soldados inimigos entravam em confronto direto no escuro.
Alguns poços que levam aos túneis já estão abertos, mas não tem segurança o bastante.
Na superfície, os visitantes tentam ver mais detalhes das entradas dos túneis e também olham para os nomes dos soldados mortos na batalha, britânicos, franceses e alemães, que ainda estão nas galerias que não foram escavadas.
Estes estão fora do alcance dos arqueólogos, mas agora eles terão mais informações para as famílias destes soldados.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2011/11/111103_tunel_primeira_guerra_fn.shtml

nov
01

FIlme Interativo: A Gruta

O filme interativo lançado pela Caza Filmes e Filme-jogo foi destaque
como uma das primeiras e mais envolventes experiência de cinema
interativo no Brasil.
A Gruta foi um sucesso em suas primeiras
exibições trazendo a interatividade para as salas dos principais
festivais de cinema do Brasil.
Depois o filme foi lançado com seus
recursos interativos para ser assistido via internet através do
youtube (www.youtube.com/filmejogo).

FILME INTERATIVO: A GRUTA

out
14

Caverna sul-africana traz achados pré-históricos

Se em muitos outros sítios arqueológicos foi possível achar claros indícios da evolução anatômica do homem moderno, cujo nome científico é Homo sapiens, é bem mais raro ter pistas preservadas do seu “comportamento”, lembra Christopher Henshilwood, coordenador dos trabalhos na caverna sul-africana de Blombos.

A gruta é uma espécie de feudo do pesquisador. Faz quase uma década que o cientista tem trazido revelações de lá. Em 2002, a equipe de Henshilwood descreveu ter achado ali duas “obras de arte” pré-históricas: pedacinhos de argila ocre entalhados com riscos variados.

Arqueólogos acham mais antigo ateliê do mundo na África do Sul

Vista do mar a partir do interior da caverna de Blombos

Vista do mar a partir do interior da caverna de Blombos

Arqueólogos acham mais antigo ateliê do mundo na África do Sul

Magnus Haaland/Associated Press

Vista do mar a partir do interior da caverna de Blombos
PARA O PESCOÇO

Pouco depois, os pesquisadores encontraram aquelas que, até então, eram as “joias” mais antigas do mundo: pequeninos colares de conchas datados de 75 mil anos atrás, clara indicação de que os ancestrais humanos já pensavam e se comportavam como pessoas. As joias foram descritas em artigo em 2004, também na “Science”.

Dois anos depois, artefatos semelhantes foram revelados, com 100 mil anos de idade, desta vez achados em Israel e na Argélia.

Somados, esses achados são excelentes pistas da evolução da mente humana, da sua capacidade de pensar e planejar a longo prazo. O curioso é que mesmo os mais antigos exemplos inequívocos de pensamento simbólico ou artístico aparecem bem depois da origem física da nossa espécie.

Do ponto de vista da anatomia, o Homo sapiens já estava “pronto” há uns 200 mil anos, mas o comportamento moderno demorou dezenas de milhares de anos para finalmente aparecer. O motivo disso é desconhecido e ainda deve gerar muito debate. No caso de Blombos, os achados mostram um rudimentar conhecimento de “química”: as conchas marinhas achadas na caverna sul-africana continham uma mescla de pigmentos ocres com osso e carvão triturados, misturados com água ou urina, criando uma “tinta” arcaica que podia ser aplicada com uma espátula de osso (também achada no local).

As duas conchas estarão em exibição a partir de hoje no Museu Iziko, localizado na Cidade do Cabo.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/990590-caverna-sul-africana-traz-achados-pre-historicos.shtml

out
10

Morcegos se orientam usando rápidos músculos vocais

10/10/2011 – 11h03
Morcegos se orientam usando rápidos músculos vocais

Os cientistas chamam de “zunido final” o último som ouvido por um inseto antes dele virar comida de morcego. Esse som de ecolocalização –sistema de sonar que pode ser usado para rastreamento de uma presa– tem um ritmo acelerado de até 190 “zunidos” por segundo e também serve para navegação.

Nunca se soube exatamente como esse som é produzido de forma tão rápida, mas agora os cientistas relatam que os morcegos conseguem emiti-los graças a músculos vocais que funcionam a alta velocidade. Eles seriam os primeiros mamíferos conhecidos a possuir esse tipo de músculo.

Apesar de muito frágeis, tais músculos se contraem cem vezes mais rápido do que os humanos. Além disso, a velocidade supera ao músculo mais rápido dos humanos, que fica nos olhos.

VELOZES

Os músculos mais rápidos descobertos até hoje pertencem a pássaros cantantes, a cobras cascavel e a certos tipos de peixes –todos utilizam na produção de sons.

Pesquisadores da Universidade do Sul da Dinamarca e da Universidade da Pensilvânia queriam verificar se esses músculos também estavam presentes nos mamíferos, o que os levou a observar morcegos da espécie Myotis daubentoni, encontrada em toda a Europa e a Ásia.

“Pensei que, se os encontrássemos em mamíferos, eles seriam os morcegos”, afirmou o autor do estudo, Coen Elemans, professor adjunto da Universidade do Sul da Dinamarca. “Quando o animal caça presas que se movem rapidamente e tentam escapar, é muito importante produzir esses sons a um ritmo bem acelerado’.’

No estudo, publicado na revista “Science”, Elemans e seus colegas registraram os sons dos morcegos e determinaram o momento em que o eco chega aos ouvidos deles.

Os cientistas descobriram que os cérebros dos morcegos processam os sons ainda mais rápido do que seus músculos podem gerá-los.

Em alguns casos, são processados 800 sons por segundo, antes que as emissões comecem a se sobrepor aos ecos, causando confusão.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/988236-morcegos-se-orientam-usando-rapidos-musculos-vocais.shtml

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